O assoalho pélvico é um grupo de músculos pouco lembrado no dia a dia, mas que sustenta órgãos importantes como bexiga, útero e reto. Quando está enfraquecido, os sinais aparecem de formas que nem sempre a mulher associa à causa real: perda de urina ao rir ou tossir, sensação de peso na região íntima, ou até desconforto durante a relação sexual.
Na Clínica CEM, em Campo Mourão, a avaliação do assoalho pélvico faz parte do cuidado ginecológico em diferentes fases da vida da mulher, não apenas após o parto ou na menopausa.
O que é o assoalho pélvico
O assoalho pélvico é um conjunto de músculos e ligamentos localizado na base da pelve, responsável por sustentar bexiga, útero, intestino e por participar do controle urinário, intestinal e da função sexual.
Por que ele enfraquece
Vários fatores podem enfraquecer essa musculatura ao longo da vida: gravidez e parto, principalmente partos vaginais, envelhecimento natural, queda de estrogênio na menopausa, obesidade, tosse crônica e esforço físico repetitivo, como levantar peso de forma inadequada.
Sinais de que o assoalho pélvico pode estar enfraquecido
- Perda de urina ao rir, tossir, espirrar ou praticar exercícios
- Sensação de peso ou pressão na região íntima
- Urgência urinária frequente
- Desconforto ou dor durante a relação sexual
- Dificuldade em segurar gases ou fezes em alguns casos
Fisioterapia pélvica: não é só para o pós-parto
A fisioterapia pélvica reúne técnicas voltadas a melhorar o controle, a percepção e a qualidade da musculatura do assoalho pélvico. O tratamento é indicado para mulheres de todas as idades, gestantes, puérperas e também mulheres mais velhas, que apresentam alta incidência de incontinência urinária e outros sintomas relacionados.
Entre os benefícios estão o alívio de dor pélvica, a redução de sintomas de vaginismo e dor na relação sexual, o suporte no tratamento de endometriose, bexiga hiperativa e prolapsos, além da prevenção de incontinência urinária futura.
Técnicas mais utilizadas
Entre as técnicas estão os exercícios de Kegel, o biofeedback, a estimulação elétrica funcional, a massagem terapêutica e o treinamento de controle da bexiga, sempre indicados e acompanhados por profissional especializado após avaliação médica.
Como a Dra. Cíntia Saqueti avalia esse cuidado
Na consulta, a avaliação do assoalho pélvico considera histórico obstétrico, sintomas urinários e sexuais relatados, e a fase de vida da paciente, para indicar, quando necessário, o encaminhamento para fisioterapia pélvica especializada.
Perguntas frequentes sobre assoalho pélvico
Só quem teve filhos precisa se preocupar com o assoalho pélvico?
Não. Mulheres que nunca engravidaram também podem apresentar enfraquecimento dessa musculatura, por outros fatores.
Exercício de Kegel é suficiente sozinho?
Para alguns casos sim, mas em outros é necessário acompanhamento especializado para garantir a execução correta e resultados consistentes.
Assoalho pélvico fraco tem cura?
Na maioria dos casos, os sintomas melhoram significativamente com tratamento adequado, embora o resultado dependa da causa e da adesão ao tratamento.
Em que idade devo procurar avaliação?
Não existe uma idade mínima ou máxima. A avaliação é indicada sempre que houver sintomas urinários, sexuais ou de sustentação pélvica.
Se você percebe sinais de enfraquecimento do assoalho pélvico, como perda de urina ao rir ou tossir, vale investigar. Agende sua consulta com a Dra. Cíntia Saqueti na Clínica CEM, em Campo Mourão. Fale agora pelo WhatsApp.
