Menopausa não é só parar de menstruar: as mudanças que muitas mulheres não esperam

Quando o assunto é menopausa, a primeira imagem que vem à cabeça costuma ser a mesma: calorões e fim da menstruação. Mas quem vive essa fase sabe que a realidade é bem mais ampla. A queda do estrogênio afeta o sono, o humor, a pele, a saúde íntima, os ossos e até o coração, e boa parte dessas mudanças é pouco discutida nas conversas do dia a dia.

Na Clínica CEM, em Campo Mourão, a Dra. Cíntia Saqueti acompanha mulheres nessa transição com um olhar mais amplo do que apenas o controle dos fogachos. Entender o que realmente muda no corpo ajuda a mulher a buscar ajuda antes que a qualidade de vida seja comprometida.

O que é a menopausa, afinal

A menopausa é definida como o momento em que a mulher completa 12 meses seguidos sem menstruar, resultado da redução natural da produção de estrogênio pelos ovários. Segundo a FEBRASGO, cerca de 17 milhões de mulheres no Brasil estão atualmente no climatério, período que engloba a transição para a menopausa e os anos seguintes a ela.

Sintomas que vão além das ondas de calor

Sono e disposição

Insônia, cansaço e indisposição estão entre as queixas mais comuns. Muitas mulheres acordam várias vezes durante a noite sem entender o motivo, sem associar isso à queda hormonal.

Humor e saúde emocional

Ansiedade, irritabilidade e agravamento de quadros depressivos podem surgir ou se intensificar nessa fase. Isso não significa fraqueza emocional: é uma resposta do corpo à mudança hormonal.

Síndrome geniturinária da menopausa

Segundo a FEBRASGO, o ressecamento vaginal e as alterações do trato urinário, decorrentes da queda de estrogênio, podem ser relatados por até 90% das mulheres nessa fase. Isso inclui secura vaginal, dor durante a relação sexual e sintomas urinários como urgência e incontinência.

Memória e concentração

Falhas de memória e dificuldade de concentração também fazem parte do quadro, e costumam gerar preocupação na mulher, que muitas vezes não associa isso à menopausa.

Dores articulares

Dores nas articulações são mais frequentes nessa fase e também costumam ser negligenciadas como parte do quadro hormonal.

Por que essas mudanças passam despercebidas

Boa parte dessas alterações é vivida em silencio, porque a mulher associa os sintomas ao envelhecimento natural, ao cansaço do dia a dia ou simplesmente não sabe que existe relação com a menopausa. Esse silenciamento atrasa a busca por acompanhamento médico e faz com que sintomas tratáveis sejam carregados por anos sem necessidade.

Como é o acompanhamento na Clínica CEM

A avaliação da menopausa na Clínica CEM leva em conta o histórico completo da paciente: sintomas físicos, emocionais, saúde óssea, saúde cardiovascular e saúde íntima. A partir daí, a Dra. Cíntia Saqueti define, de forma individualizada, se há indicação de terapia hormonal, tratamentos complementares ou apenas acompanhamento e orientação.

Perguntas frequentes sobre menopausa

Em que idade a menopausa costuma acontecer?

Em geral entre os 45 e 55 anos, com média próxima aos 51 anos, mas pode variar bastante entre mulheres.

Todos os sintomas aparecem ao mesmo tempo?

Não. Os sintomas podem surgir de forma gradual e variam muito de mulher para mulher, tanto em intensidade quanto em duração.

Existe tratamento para os sintomas da menopausa?

Sim, existem opções hormonais e não hormonais, que devem ser avaliadas individualmente conforme os sintomas e o histórico de saúde de cada paciente.

Saúde íntima também muda na menopausa?

Sim, o ressecamento vaginal e o desconforto na relação sexual são queixas frequentes e têm tratamento específico.

Se você está sentindo mudanças no sono, no humor, na memória ou na saúde íntima e desconfia que possam estar ligadas à menopausa, não carregue isso sozinha. Agende sua consulta com a Dra. Cíntia Saqueti na Clínica CEM, em Campo Mourão. Fale agora pelo WhatsApp.

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